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CVC mais ativo do país: Vivo Ventures lidera ranking de investimentos em startups

CVC mais ativo do país: Vivo Ventures lidera ranking de investimentos em startups
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Mesmo com a redução geral da participação dos fundos de corporate venture capital (CVCs) — aqueles mantidos por grandes empresas — nas rodadas de investimento em startups ao longo deste ano, e com algumas companhias até encerrando esse tipo de estratégia, há quem continue apostando firme no modelo. É o caso do Vivo Ventures, que se tornou o CVC mais ativo do país no último ciclo analisado.

Vivo Ventures aparece na liderança entre os CVCs mais ativos

Um levantamento do Global Corporate Venturing, feito em parceria com a ApexBrasil, mostra que o fundo ligado ao grupo de telecomunicações foi responsável pelo maior número de transações entre 1º de julho de 2025 e 30 de junho de 2026. Ao todo, foram nove investimentos realizados pelo braço de venture capital comandado por Phillip Trauer.

Criado em 2022, o Vivo Ventures já destinou R$ 242 milhões a iniciativas do ecossistema de inovação, distribuídos em três fundos distintos. Esse capital está pulverizado em 14 startups de setores variados, que vão de fintechs a empresas de inteligência artificial — justamente a área apontada como prioridade para os próximos investimentos.

Segundo a empresa, novos aportes devem ser anunciados nos próximos meses, reforçando o apetite do fundo por negócios ligados à IA. Dessa forma, o Vivo Ventures segue consolidando sua posição como um dos CVCs mais ativos do país, mesmo em um cenário de retração para boa parte do setor.

Outros destaques do levantamento sobre CVCs

Além do Vivo Ventures, o estudo do Global Corporate Venturing também mapeou outros movimentos relevantes entre os fundos corporativos. A MF92 Ventures, braço de investimentos da Minerva Foods, foi responsável pelo maior investimento individual registrado no período avaliado — ainda que não tenha liderado em número de transações.

Já entre os CVCs estrangeiros com atuação em território nacional, o levantamento aponta o Prosus Ventures como o mais ativo. Ou seja, o cenário combina players locais consolidados, como o Vivo Ventures, com fundos internacionais que mantêm presença relevante no país, ainda que o apetite geral do mercado por essa modalidade de investimento tenha arrefecido em comparação a períodos anteriores.

Apesar da retração observada em parte do ecossistema, com empresas revendo suas estratégias de alocação em startups e, em alguns casos, encerrando operações de CVC por completo, o levantamento evidencia que ainda há espaço — e apetite — para quem decide manter o ritmo de investimentos. O caso do Vivo Ventures ilustra bem esse movimento: enquanto outros grupos recuam, o fundo segue ampliando sua carteira e mirando novas apostas, especialmente em inteligência artificial, setor que deve concentrar boa parte das próximas rodadas anunciadas pelo CVC.

Com informações de pipelinevalor.globo.com.

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